
Esse poema que se segue, eu o escrevi quando tinha treze anos. Nem me lembrava mais da existência dele, mas sem querer eu o achei quando procurava algo. Faz seis anos que eu o escrevi e apesar de achá-lo tolo, é um escrito que gosto bastante. Espero que aproveitem e boa leitura!
O Amor
O amor tem uma cor;
Tem um nome;
É dono de um sentimento,
Nunca é comparado com algo.
Quem nunca amou?
Ou nunca se apaixonou?
Na infância um amor de amigo,
Na juventude um amor que faz você pagar o maior mico,
Na fase adulta que dá em casamento,
Ou até mesmo na velhice que não há rompimento.
O amor é vermelho,
Ele queima por dentro,
As chamas do amor queimam e ardem como fogo
O amor traz guerras e mais guerras
Por onde passa deixa seu rasto
Deixa tudo vermelho
Deixa tudo sangrento
O amor é uma ferida
Que quase nunca se cicatriza,
Ou quando sim deixa uma fenda aberta,
Áspera e a espera de um novo sentimento
Que quase nunca vem.
O amor deixa ambição,
Traição,
E em troca disso leva a paixão
E junto dela a chave do coração.
Quem quer amar tome cuidado!
Para não sair todo quebrado, ou despedaçado,
Em que não dá para ser remendado.
Sexta-feira, Janeiro 16, 2009
Ensaio sobre o Amor
Postado por
Del
às
6:25 AM
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4 comentários:
Essa noção de amor aos 13 anos é trágica!
O amor pode ser suave como a brisa, leve como o algodão, branco como a paz... são maneiras diferentes de amar. Ele tem a forma e a cor de quem o vive.
Também achei isso quando eu o encontrei. Pensei "eu achava que o amor era isso"?
Fico feliz que eu tenha mudado de idéia...
;D
Obrigada pelo comentário.
são varias maneiras de se amar ;D
mas nem sempre amar faz bem =\
mas na maioria das vezes sim =D
http://goldeplacaec.blogspot.com/
Acho que até hj levo meus sentimentos como se fosse um adolescente....
e olha que meus treze anos já se passaram faz tempo!!
hehehehe
bjs
Visite meu blog de novo!
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