Sábado, Outubro 25, 2008

Trabalho de um dia

Eu sou muito preguiçosa, tanto que não consigo trabalhar decentemente e conciliar com a faculdade.
Mas eu sou muito boêmia também, gasto uma grana preta com as baladas da vida...
Trabalhar todo santo dia cansa. Por isso achei uma solução para a minha vida: ser Free Lancer. Dá para escolher quando se quer trabalhar, é uma maravilha!
Essa semana eu trabalhei três dias como revisora, um dia nos bastidores do debate da globo, hoje vou trabalhar de garçonete e amanhã como hostess! O dinheiro que eu recebi em cinco dias, é metade da grana que um operador de telemarketing ganha em um mês inteiro.
O ruim é não ter um salário fixo no final do mês, mas isso é ‘nada’ comparado à liberdade de não ser escravo de um emprego.

Quinta-feira, Outubro 16, 2008

Teoria da Del ( e do Diogo também)

Quem mora em São Paulo deve estar sabendo de um caso de seqüestro que a mídia está em cima: O caso do rapaz que depois de terminar com a namorada, a seqüestrou. A menina está em cativeiro há mais de 75 horas. Toda hora essa notícia passa no jornal, é quase um segundo caso Isabella.
Mas não é exatamente sobre isso que quero falar...Estava hoje discutindo esse caso com um amigo meu, quando fizemos uma relação entre os 5 Estágios da Morte, e o término de um relacionamento.
Segundo Elisabeth Kübler-Ross, o processo antes da morte passa por 5 estágios:
1. Negação (e/ou isolamento);
2. Cólera (fúria);
3. Barganha (negociação);
4. Depressão;
5. Aceitação.
Em um término de relacionamento é quase a mesma coisa.

1. Negação: “Não vou sofrer, é só um tempo, nada mais que isso. Eu sei que ele vai voltar, a gente se ama.”
2. Raiva: “Que desgraçado! Por que ele não está sofrendo, assim como eu?”
3. Barganha: “Hmmmm… talvez esteja sem créditos no celular, por isso ele não me liga. E eu sei que aquela menina que está no orkut dele é só uma amiga. Sei que ele foi arrastado no aniversário, tenho certeza que ele não queria ter ido sem mim.”
4. Depressão: “Por que estou ainda insistindo nisso? Acho que ele nem gosta de mim. Mas também, quem é que gostaria de mim? Eu devia ter mudado”
5. Aceitação: “Quer saber… Ele nem me deu valor, nem valia a pena. Que se foda, tem caras dez vezes melhor que ele.”

Vai dizer que não é assim? Pode até ser difícil aceitar a realidade, mas a verdade é esta, rs.
Voltando ao caso do Seqüestro, acho que o Lindemberg está no segundo estágio...

Agradecimento: Diogo! Pelo alto papo =D

Segunda-feira, Outubro 13, 2008

Fuga básica para não surtar

Às vezes a melhor coisa a se fazer é fugir. Fugir das brigas, da rotina estressante, dos problemas. Arrumar as malas e sair sem destino certo. Não importa muito para onde se vá, o mais importante nessa fuga é deixar a mente calma, o coração tranqüilo, e a alma repleta de alegria.
Muitos dizem que fugir não adianta. Discordo. È bom se afastar um pouco de tudo, para poder refletir com calma, resolver as burocracias, os pepinos.
Esse fim de semana arrumei as malas e fui para o interior. Não é um lugar que me agrada muito, gosto de badalação, de cidade agitada, gosto de São Paulo. Porém esse lugar que tanto estimo estava me fazendo mal; Não a cidade em si, mas as coisas que a envolvem. Achei que passaria um fim de semana dos infernos num lugar repleto de “caipiras”, vendo as vacas pastarem, mas me equivoquei. E muito.
Na sexta a noite, assim que cheguei em Santo Antonio de Posse (Acho que nem consta no mapa) fui para uma chopperia que tem na cidade, junto de meus primos, e nos divertimos muito lá. Passamos a noite a beber e a fazer comentários maldosos sobre os habitantes da cidade, comentários do tipo: “Sabe como se faz para comer uma caipira? Só falar: Oi, sou de São Paulo”, huahua. Não é bem assim, viu? Tem muita garota decente na cidade.
Sábado mesmo de ressaca eu fui carpir. Não adianta nada ir para o interior e levar a mesma vida da cidade, rs. Depois de um dia inteiro no meio do mato, nada que uma balada perfeita não resolva. Primeiro um evento de motocross, fantástico, cada manobra absurda os caras faziam, muito legal. Depois disso, balada em um sítio em outra cidade (Jaguariúna), repleta de muita música, muita bebida e uma galera bonita.
Domingo tive a segunda ressaca de festa, rs, mas mesmo assim a tarde eu fui para uma terceira cidade (Serra Negra) para conhecer um alambique. Passeio perfeito para uma pé – de – cana. Para fechar com chave de ouro o fim de semana, barzinho com os primos, e aula de direção. Descobri que eu dirijo razoavelmente bem =D.
Voltando para São Paulo, quase de madrugada, bateu uma saudade de um fim de semana perfeito, mas um consolo em saber que estou mais pronta para enfrentar essa rotina desgastante.

Beijasso para o Diego, o Guilherme e o Diogo, meus primos queridos e companheiros de Fuga!

Quinta-feira, Outubro 02, 2008

Madalena



Quando se termina um relacionamento, eu acho viável a pessoa ficar um tempo solteira, aproveitar os amigos, ir para a balada, beijar muito (por que não? É tão bom...), fazer coisas para si própria, se amar mais um pouco. Bem, esse é o plano. Porém nem tudo sai como planejado, principalmente quando o assunto é o coração, as relações humanas. Ás vezes acontece de você terminar um namoro na sexta feira, e sem querer já se relacionar com outra pessoa no mesmo dia, engatar alguma outra coisa séria.
Não vou mentir e dizer que aconteceu com uma amiga minha. Aconteceu comigo e ponto. Acho que qualquer pessoas está suscetível a esse tipo de possibilidade. Sou mente fraca? Me entrego fácil? Acho que não, simplesmente acontece.
Sou conhecida como Madalena agora pelos amigos da faculdade. César, sabia que Madalena foi uma mulher e tanto? Adorooo ela!
Aconselho meu ex namorado a largar de sofrer, e começar a se divertir, uma vida é apenas uma vida, não dura mais que isso...
Ao atual... Bem, vamos aproveitar ao máximo, começou da forma mais inusitada possível, se não deu certo da primeira vez, quem sabe dessa vez a gente se diverte mais?
Isso é tudo...